Faroeste Caboclo Cinema

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Foto de divulgação de Faroeste Caboclo. Direção de René Sampaio

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Cia. Brasilienses de Teatro apresenta: CONTO DE INVERNO de William Shakespeare Adaptado pelo diretor James Fensterseifer, o texto Conto de Inverno, de William Shakespeare, terá sua primeira montagem brasiliense. Este espetáculo foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2010 Adaptação e Direção: James Fensterseifer Iluminação: Marcelo Augusto Figurinos e Adereços: Guto Viscardi Trilha Sonora Original: Leo Bleggi Elenco: Tullio Guimarães, Cirila Targhetta, João Rafael, Rômulo Augusto, Cristiane Rocha, Maísa Lacerda, Davi Maia e André Reis. Pouco montada em razão de suas características extraordinárias, como a transição de gêneros teatrais e a intrincada trama, a peça terá rara versão interpretada pela Cia. Brasilienses de Teatro. Conto de Inverno é, sobretudo, uma história de amor que atravessa as coordenadas dos tempos, pondo à prova os homens e seus relacionamentos. É uma história de ciúme incontido e obtuso, de crime e castigo, de paixão, de dor e de morte; mas é também uma história de alegria e ressurreição com um final feliz. Teatro Goldoni (Casa D’Itália 208/209 sul / 3443-0606). Estreia: quinta-feira, dia 10/02/2011, às 21h. Temporada: de 11 a 27/02/2011 – sextas e sábados às 21h e domingos às 20h. Entrada Franca (mediante a doação de um quilo de alimento não perecível). Classificação indicativa: 12 anos.

Cia. Brasilienses de Teatro
apresenta:

CONTO DE INVERNO
de William Shakespeare

Adaptado pelo diretor James Fensterseifer, o texto Conto de Inverno, de William Shakespeare, terá sua primeira montagem brasiliense.

Este espetáculo foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2010

Adaptação e Direção: James Fensterseifer
Iluminação: Marcelo Augusto
Figurinos e Adereços: Guto Viscardi
Trilha Sonora Original: Leo Bleggi

Elenco: Tullio Guimarães, Cirila Targhetta, João Rafael, Rômulo Augusto, Cristiane Rocha, Maísa Lacerda, Davi Maia e André Reis.


Pouco montada em razão de suas características extraordinárias, como a transição de gêneros teatrais e a intrincada trama, a peça terá rara versão interpretada pela Cia. Brasilienses de Teatro.

Conto de Inverno é, sobretudo, uma história de amor que atravessa as coordenadas dos tempos, pondo à prova os homens e seus relacionamentos. É uma história de ciúme incontido e obtuso, de crime e castigo, de paixão, de dor e de morte; mas é também uma história de alegria e ressurreição com um final feliz.

Teatro Goldoni (Casa D’Itália 208/209 sul / 3443-0606).
Estreia: quinta-feira, dia 10/02/2011, às 21h.
Temporada: de 11 a 27/02/2011 – sextas e sábados às 21h e domingos às 20h.
Entrada Franca (mediante a doação de um quilo de alimento não perecível).
Classificação indicativa: 12 anos.

sábado, 29 de janeiro de 2011

RÔMULO AUGUSTO NA PELE DO BOM CAMILO na pele do bom Camilo

Cia. Brasilienses de Teatro
apresenta:

CONTO DE INVERNO
de William Shakespeare

Adaptado pelo diretor James Fensterseifer, o texto Conto de Inverno, de William Shakespeare, terá sua primeira montagem brasiliense.

Este espetáculo foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2010

Adaptação e Direção: James Fensterseifer
Iluminação: Marcelo Augusto
Figurinos e Adereços: Guto Viscardi
Trilha Sonora Original: Leo Bleggi

Elenco: Tullio Guimarães, Cirila Targhetta, João Rafael, Rômulo Augusto, Cristiane Rocha, Maísa Lacerda, Davi Maia e André Reis.


Pouco montada em razão de suas características extraordinárias, como a transição de gêneros teatrais e a intrincada trama, a peça terá rara versão interpretada pela Cia. Brasilienses de Teatro.

Conto de Inverno é, sobretudo, uma história de amor que atravessa as coordenadas dos tempos, pondo à prova os homens e seus relacionamentos. É uma história de ciúme incontido e obtuso, de crime e castigo, de paixão, de dor e de morte; mas é também uma história de alegria e ressurreição com um final feliz.

Teatro Goldoni (Casa D’Itália 208/209 sul / 3443-0606).
Estreia: quinta-feira, dia 10/02/2011, às 21h.
Temporada: de 11 a 27/02/2011 – sextas e sábados às 21h e domingos às 20h.
Entrada Franca (mediante a doação de um quilo de alimento não perecível).
Classificação indicativa: 12 anos.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

VIRAÇÃO em cartaz

www.nosrevista.com.br Uma peça que resgata uma tradicao do teatro medieval

RÔMULO AUGUSTO: a culpa é minha

RÔMULO AUGUSTO: a culpa é minha

a culpa é minha

Cena da peça "A Culpa é Minha" (2003), da Cia Brasilienses de Teatro, dirigida por James Fensterseifer. Em cena, Alexandre Ribondi, Rômulo Augusto e Simone Marcelo.
Trata-se de uma adaptação do romance "A Hora da Estrela" de Clarice Lispector.

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Crítica de Adauto Cândido para a nossa peça VIRAÇÃO

Viração de dois grandes atores


Publicado em 1 01UTC julho 01UTC 2010 por Adauto Cândido Soares

Assisti a terceira montagem do espetáculo “Viração” da Companhia Italiana de Teatro Ladrão que aconteceu no SESI em Taguatinga-DF. A peça conta com o talento dos atores Márcio Menezes e Rômulo Augusto que assinam também o texto. Gostei de rever, gostei de ver as mudanças e o rumo que o trabalho está tomando. Assisti a primeira montagem no Teatro Mosaico e na época fiquei super entusiasmado, pois a peça tinha um tom crítico inteligente que abordava assuntos muito atuais como: a mídia, as celebridades, a política e outros temas da nossa vida contemporânea. Agora a dupla se mostra mais segura em cena, mais à vontade para o improviso, mais experiente. Fico pensando nessa turma que tanto me tocou nesses últimos anos desde a “Casa de Bonecas servida por Homens”-(2006) percebo que houve sim amadurecimento, os caras estão mais vividos, mais experientes, mais velhos, e foi essa constatação que mais me agradou. Eles hoje não têm pudor de se mostrar, corpos de 40 anos, não malhados avacalhando a malhação. Falam do que incomoda, purgam a vida, as mazelas irritantes que o dia-a-dia nos impõe. O deboche impera. Nesta versão o sexo ganha mais espaço, a razão e a crítica cedem lugar para o desvario. Tudo bem, não me incomodei. Antes eu tinha um olhar mais cabeça para a proposta, mas as soluções dessa nova montagem compensam a pseudo-loucura pois tudo que é dito tem sentido, tem razão, tem revolta e uma consciência que há muito tempo não vejo no teatro.

Entretanto o que mais me agradou mesmo foi o dinamismo cênico da dupla. É muito legal quando dois atores se completam em cena. E esse fenômeno é claro quando falamos de Márcio e Rômulo. Cada qual com seu estilo nos tocam e nos levam para onde querem. De nossa parte, nos identificamos, temos medo, rimos e nos surpreendemos com as peripécias e ousadias da dupla. Duo que revela a mesma fonte, a mesma formação. Esses dois são famosos juntos desde os tempos da Faculdade de Artes da UnB. Desde então com esse legado nos brindam com a maturidade de pensamento. Pensamento artístico que querem negar, talento que parece que não reconhecem em si próprios. Quem dera um dia a cultura brasileira pudesse dispor de recursos orçamentários para termos esses caras talentosos fazendo somente teatro. Quem dera, nós brasilienses, pudéssemos ter o prazer de contar com trabalhos mais freqüentes desses meninos geniais. Quem dera.

http://adautocandidosoares.wordpress.com/2010/07/01/viracao-de-dois-grandes-atores/